SACERDOTISA
TEMPLO PAKHET
ALTA E BAIXA MAGIA
Você está a um passo da sua melhor decisão!
Sobre o Templo
Pakhet é o rugido da ancestralidade que corta o véu, unindo a fúria do deserto à força
do oculto em um único e absoluto poder de manifestação.
O nome Pakhet carrega em si a força de uma das divindades mais viscerais e enigmáticas do antigo Egito, representando aquela que arranha e que abre caminhos através da astúcia e do poder predatório. No contexto desse templo, Pakhet não é apenas uma referência histórica, mas a personificação da magia em seu estado mais puro e selvagem, unindo o domínio solar de Sekhmet à sabedoria noturna e protetora de Bastet. No Egito Antigo, ela era a senhora do deserto oriental, uma força liminar que habitava as fronteiras entre o caos e a ordem, o que a torna a patrona ideal para o ocultismo contemporâneo, onde o magista busca justamente transitar entre os mundos e dominar as energias que outros temem.
A importância de Pakhet na magia reside na sua capacidade de caçar a verdade e manifestar a vontade de forma implacável. Essa característica cria uma ponte vibracional profunda com sistemas de magia prática e de resultado, como a nossa vertente Quimbanda Xambá. Assim como Pakhet atua nas margens e nas sombras para proteger o que é sagrado, as nossas entidades da Quimbanda operam na esquerda trazendo a justiça e o equilíbrio através de uma força que é, ao mesmo tempo, destrutiva para os inimigos e acolhedora para os filhos.
Essa rede de conexões se estende naturalmente ao Hoodoo e à magia ancestral. O Hoodoo, com sua ênfase no uso de ervas, raízes e na manipulação de elementos naturais para alterar a realidade, ecoa a tradição egípcia de "Heka", onde a palavra e o objeto físico se tornam veículos para o espírito.
Pakhet, como uma divindade ligada à terra e ao instinto, rege essa magia de "chão", que não se perde em abstrações, mas busca resolver as questões da vida cotidiana com precisão cirúrgica. Ao honrar a ancestralidade dentro do nosso templo Pakhet, não estamos apenas cultuando o passado, mas ativando um DNA espiritual que une o deserto africano às práticas diaspóricas, reconhecendo que a magia é um fluxo contínuo de poder que exige respeito às raízes e coragem para desbravar o oculto.





